O sistema chamado de “fossa de bananeiras”, “fossa bio-séptica” e ainda “canteiro bio-séptico”, mais usado na região central do Brasil, apesar de ser baseado nos mesmos princípios, é um tanto diferente da “Bacia de Evapotranspiração” (BET), o sistema usado pela Rede Permear em outras regiões do Brasil, principalmente em SC. Ambos tem a mesma origem na permacultura, mas acabaram tendo algumas características de construção e desenvolvimento diferentes.
Nessas últimas semanas tenho recebido muitos emails perguntando sobre a “fossa de bananeiras”, resolvi então pesquisar a razão dessa avalanche de consultas. Descobri que esse termo foi usado no programa “lar-doce-lar” do Luciano Huck pelo Marcelo Rosenbaum. Mas está existindo uma certa confusão entre “fossa de bananeiras” para tratamento de água negra e o “círculo de bananeiras”, que é uma técnica para o tratamento da água cinza. Portanto, são técnicas com objetivos diferentes. Outro ponto importante, foram as referências que encontrei em artigos na internet falando sobre a capacidade das bananeiras de filtrar as águas pretas, mas como poderão perceber, as coisas não são bem assim.
Esta semana estava conversando com o amigo Gardel sobre uma das espécies de abelhas nativas sem ferrão que mantemos no SeteLombas, a Jataí, que ele começou a estudar e cuidar. No dia seguinte o mano João Marino me enviou um material sobre o assunto para eu disponibilizar aqui.
Trata-se de um guia de criação de abelhas sem ferrão publicado pela equipe do projeto ProVárzea/Ibama do Ministério do Meio Ambiente publicou em 2005.
Eu e minha filha Carla temos um relacionamento muito bacana e muitas coisas em comum, família, música, design, etc. Como já falei aqui, a vida no SeteLombas, deu abertura para muitos talentos da família, que imagino que muita família tem mas acaba não colocando pra fora, nem descobrindo. Abaixo um vídeo que mostra um pouquinho dos talentos da Carla, com música e letra dela. Ah, ela é a personagem principal do vídeo.
O termo “sustentabilidade” aos poucos vai perdendo a identidade com a sua origem ou com as idéias que o forjaram. Nasceu das discussões sobre quais as condições mínimas para que um empreendimento ou atividade humana garantissem seus benefícios para o ser humano e o ambiente tanto agora como em um futuro indefinido. As qualidades quase esquecidas são: ecologicamente correto, socialmente justo e economicamente viável. E eu acrescentaria culturalmente aceito, divertido e belo.
Das iniciativas para que as atividades humanas sigam nesse rumo, acho que o lado econômico da equação é o que encontra mais dificuldade para ser resolvido. E sem ele o resto não consegue êxito. Simplesmente porque não chama a atenção de ninguém, ou quase ninguém. Continue lendo ‘Sustentabilidade é o mínimo’
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